Dia dos Pais: 38,8% dos consumidores do DF vão pagar no crédito
Pesquisa da Fecomércio-DF mostra o cartão de crédito à frente do Pix e do débito; shopping é o destino de compra preferido, com 32,6%
O cartão de crédito lidera as intenções de pagamento dos consumidores do Distrito Federal para as compras do Dia dos Pais, com 38,8%, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF divulgada nesta segunda-feira (3). A data cai no domingo, 9 de agosto.
Na sequência aparecem o Pix, com 23,3%, o cartão de débito, com 20,1%, e o dinheiro em espécie, com 17,8%. Somados, crédito e débito respondem por quase 60% das intenções.
Shopping na frente, digital em terceiro
Entre os locais de compra, o shopping center lidera com 32,6%. As lojas de rua ficam com 26,4% e os canais digitais, com 18,6%.
Do lado do comércio, 54,4% dos empresários do DF projetam vendas maiores do que as do ano passado na mesma data.
A compra fica para o fim de semana
O sábado anterior ao Dia dos Pais é o dia preferido para comprar o presente, com 25,4% das respostas. A sexta-feira vem logo atrás, com 23,4%, e a quinta-feira registra 16,3%.
O horário mais citado é a tarde, com 56,6%, seguido da noite, com 28,7%, e da manhã, com 14,7%. A combinação dos dois dados aponta o gargalo do varejo local: tarde de sexta e de sábado, nas mesmas horas, nas mesmas lojas.
Para quem quer escapar da fila, a recomendação prática é antecipar a compra para quinta ou sexta pela manhã, quando o estoque ainda está completo e o atendimento é mais rápido.
O que observar antes de parcelar
A liderança do crédito numa data de meio de ano, sem décimo terceiro no horizonte, costuma indicar parcelamento. Antes de fechar a compra, dois pontos merecem atenção:
- lojas podem oferecer preço menor para pagamento à vista em dinheiro ou Pix, prática autorizada pela Lei 14.183/2021;
- parcelamento no cartão sem juros é bancado pelo lojista; quando o juro aparece, ele é da administradora e encarece o valor final.
O comércio do DF chega à data com o consumidor atento ao custo do crédito e às fraudes em meios de pagamento. Veja como as tentativas de fraude financeira cresceram no primeiro semestre.